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Internet das Coisas – IoT | Entenda como as inovações do mercado podem facilitar o monitoramento de um sistema fotovoltaico

Cada dia que passa, o mundo está mais conectado. Hoje em dia, seu carro comunica diretamente com a concessionária, relógios inteligentes são capazes de acionar serviços de emergência médica e esses são apenas alguns exemplos. Isso tem um nome técnico e se chama IoT – Internet of Things – que em português quer dizer a Internet das Coisas. E claro, esse conceito está se entranhando aqui no nosso mundo da energia solar fotovoltaica.

Antes de entrar especificamente na energia solar, precisamos falar sobre o conceito de Smart Grid, que é a rede inteligente. Este conceito define como as empresas de geração, transmissão e distribuição tratam o tema. Cada vez mais os sistemas estão conectados e conversam entre si. Medidores de energia já podem ter telemetria e conversar com os religadores próximos, que por sua vez conversam com os transformadores e que conversam com as subestações. Dessa maneira, é possível verificar se há perda de energia em algum ponto (seja por perda mesmo ou roubo), verificar se há falta de energia e acionar automaticamente uma equipe técnica, fazer o melhor dimensionamento possível da rede e por aí vai. Essa cadeia de comunicação se estende até as geradoras de energia, com ganho em toda a cadeia. Um bom exemplo são as luminárias de rua em LED. Há locais em que ela são telemetrizadas e informam em tempo real ao administrador do sistema quais lâmpadas precisam ser substituídas e qual o consumo exato. O mais interessante é que não há a dependência de um sinal de internet: há a criação de uma rede colaborativa. Uma luminária conversa com a outra, que conversa com um medidor de energia, que conversa com um transformador, formando uma verdadeira rede de comunicação, a famosa Rede Mesh

OK, mas como podemos tirar proveito disso dentro da nossa instalação fotovoltaica? Quando pensamos em projetos de geração centralizada, o ganho é absurdo, pois você consegue identificar problemas à distância e fazer o acionamento automático de equipes para resolução de problemas. Isso é economia de pessoal de gestão e operação. No nosso dia-a-dia, da micro e mini geração, você consegue controlar painéis individualmente, receber avisos sobre algum problema na geração, tudo na palma da sua mão. E isso é só o princípio! Você pode conectar o inversor ao sistema de automação da residência e aí as possibilidades são infinitas. Pode-se controlar como a geração está frente ao consumo e receber avisos sobre a possibilidade de que sua geração não seja suficiente para compensar o seu consumo, alterar o consumo de equipamentos elétricos para que seja otimizado um banco de baterias ou a geração de créditos, ter um acompanhamento do consumo em múltiplas unidades consumidoras, saber quando seu carro elétrico carregou totalmente, ou mesmo, para poupar créditos, garantir que o veículo receba a quantidade de energia de acordo com seu padrão de uso.

Se eu fosse descrever tudo o que é possível através do IoT em relação ao aproveitamento de um sistema fotovoltaico, acho que daria um livro. Convido todos a conhecerem a plataforma da SolarEdge, que é o benchmark de mercado hoje no que tange integração do sistema com esse mundo do IoT. Para que vocês tenham uma ideia, eles têm desenvolvido o conceito de uma usina centralizada constituída de várias micro geradoras. As instalações residências vão conversar entre si e com a distribuidora para que, em uma falta de energia, elas possam ser a fonte de eletricidade para toda uma rua, ou bairro, ou quem sabe uma cidade.

Inovação disruptiva é uma realidade no nosso setor e estamos antenados para sempre trazer os melhores produtos e conteúdo para nossos clientes.

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